Sistema antiincêndio
O sistema antiincêndio próprio de combate a incêndio do Shopping Total, em Porto Alegre, apresentou deficiências quando o fogo consumiu duas dezenas de lojas em julho, de acordo com o Corpo de Bombeiros de Porto Alegre. Um sistema antiincêndio do relatório interno da corporação aponta que os sprinklers e as mangueiras do segundo pavimento não funcionaram adequadamente devido à pouca pressão da água. O inquérito da Polícia Civil sobre o caso segue em andamento. O major do 1º Comando Regional de Bombeiros (CRB) Daniel José Minuzzi, chefe da seção de prevenção de sistema antiincêndio e autor do relatório, revela que o sistema antiincêndio - pequenos bicos presos ao teto que borrifam água quando a temperatura se eleva - não foram capazes de debelar as chamas no princípio do incêndio. Além disso, soldados que tentaram utilizar as mangueiras acopladas a hidrantes no segundo pavimento do prédio também não tiveram sucesso. Eles apoiariam colegas que já lançavam água impulsionada pelas bombas dos caminhões estacionados junto ao shopping. Conforme Minuzzi, a razão de ambos os problemas foi a falta de pressão e vazão de água do sistema antiincêndio do Shopping Total naquele andar.