Prensado

O projeto envolve cerca de 30 funcionários e hoje emprega 500 pessoas. São funcionários treinados, que separam o lixo e o embalam. Uma vez prensado, o material segue para indústrias de reciclagem. Outro objetivo é ter mais uma etapa da cadeia produtiva, além da coleta seletiva, separação e prensagem, por meio da montagem de uma usina de reciclagem do plástico. A usina fará a lavagem, descontaminação e picotagem, para a venda de um material (inicialmente seria o PET) com maior valor agregado. Dessa forma, em vez de vender o PET prensado, com valor que gira de R$ 1,20 a R$ 1,40 o kg, as cooperativas podem obter no mercado R$ 4 a R$ 5 pelo kg do produto picotado. O preço do prensado, que chegava a R$ 0,30 em 1996 subiu e atinge R$ 1,40, em função do crescimento da concorrência pela embalagem reciclável. A Repet compra e processa 2,5 mil toneladas por mês de garrafa – 1,1 mil em Mauá – para produzir 2 mil toneladas de fibra.